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Marcella & Jonathan

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Marcella & Jonathan

NOTRE HISTOIRE

Quando o Universo conspira, nem o oceano separa o Amor. Com a gente foi assim.

Version française en bas de page

Marcella Romaniewicz, de Curitiba.

Jonathan Tamalet, de Paris. 

 

Abril, 2010. 

Marcella sempre gostou da cultura francesa, e tinha planos de ir para o Canadá no meio do ano em questão estudar a língua. E já pensava em ir para Paris cursar um Mestrado nos anos que viriam pela frente. 

 

O Jonathan, por sua vez, apaixonou-se pelo Brasil desde a primeira vez que veio para terras brasileiras com a sua família, em viagem turística, aos 13 anos de idade. Aos 20 anos, surge em sua Universidade a oportunidade de fazer um intercâmbio acadêmico profissional e cultural no exterior. Ele pensou no Brasil, direto. 

 

Foi então em Abril de 2010 que os pombinhos se conheceram, quando Marcella estava em Paris, com sua família, viajando a passeio. 

 

Pouco antes de sair do Brasil para a França, o pai da noiva (o Marcelo) havia sido contatado por uma antiga colega de profissão (chamada Glaucia) que se mudara para Paris pouco antes, por ter se casado com um francês - o Jeff, melhor amigo do Laurent, pai do noivo.

 

A ponte entre Jonathan e Marcelo é então criada por Glaucia - que explica a oportunidade que o noivo tinha de fazer um estágio internacional. E que gostaria de vir para o Brasil. E que poderia ser "um bom casamento" se ele viesse estagiar na Master, a empresa do Marcelo (já que a Marcella cogitava desde então estudar na França). 

 

Marcelo concorda. E aceita conhecer o futuro gringo-estagiário. O encontro é marcado em Paris (era então Abril de 2010). Foi a primeira vez que a Marcella e o Jonathan se viram. 

 

Tudo se passa como o previsto: os noivos trocam algumas palavras, sem se demonstrar interessados um pelo outro. Trocam contato de redes sociais e prometem-se manter o contato. E o Marcelo decide receber o Jonathan nos próximos meses no Brasil - em sua agência na sede do Rio, e depois em Curitiba - onde ficaria hospedado em sua própria casa. 

 

Enquanto o Jonathan trabalhava na sede carioca da agência, a Marcella estava em Montreal no Canada - como já era previsto quando se encontraram. Ao voltar para o Brasil, encontra com o Jonathan pela primeira vez no aeroporto do Curitiba. 

 

Eles teriam o próximo mês juntos na cidade natal da noiva.

 

Ela trabalhava (no Marketing da Kraft) e estudava (de noite, na PUC). Ele trabalhava (na Master) e morava na casa Romaniewicz. 

 

Foi imediato. Viraram amigos. Cúmplices. Confidentes, e no final eram quase "primos". 

 

Como havia sido combinado entre eles, mesmo depois de voltar à Paris - eles mantém contato e falam-se regularmente. 

Nove meses se passam, e a Marcella recebe a notícia de que foi aprovada no seu curso de Mestrado na Sorbonne, em Paris (!). 

 

Em Julho de 2011, a mudança de continente acontece. E é o Jonathan que a recebe em sua residência.

Até que encontrasse o seu próprio apartamento, moraram juntos (mais uma vez). Só que desta vez, era a Marcella que estava na casa dos pais do Jonathan. 

 

Marcella e Jonathan tornam-se inseparáveis. Ele a apresentava aos amigos como prima (para facilitar o blá-blá-blá da história toda). E também lhe mostrou a Paris dos parisienses. Marcella não poderia ficar mais feliz. 

 

Os mundos de cada um estavam, por decreto, sincronizados. Além das famílias, implicadas desde muito cedo na relação dos dois, os amigos "dele" também passaram a ser os "dela" - e vice-versa. 

 

Os interesses comuns nunca deixaram de ser compartilhados: ambos estudavam a mesma coisa, tinham a mesma profissão, gostavam da mesma música, apreciavam cada um a cultura, os costumes, os valores e as tradições do outro. Tinham (se não as mesmas) paixões parecidas, ambições, sonhos. 

 

Ele sabia de onde ela vinha. De suas raízes. Para onde queria ir. 

Ela também: sabia das raízes dele, e da vontade de criar asas para voar.

 

E os dois se encontravam todos os dias e a vontade crescia como tinha de ser. 

 

Era Julho de 2012 e ele se apaixona por ela. E ela, por ele.

 

Marcella e Jonathan tiveram então que assumir aos amigos que não eram, na realidade, só primos. E, para as famílias, que não eram mais apenas amigos. Não foi fácil. A novidade não foi bem aceita, à princípio, por todos.

Enfrentaram quebra de paradigmas. Mas juntos mostraram que eram sólidos, verdadeiros, e que iriam em frente com o relacionamento.

 

Em Novembro do mesmo ano, no rooftop de um hotel em Istanbul eles declaram se amar pela primeira vez.

 

O inverno chega a Paris no início de 2013. Ela já terminara seu Mestrado e estava trabalhando. Ele também. Juntos, vivenciaram maravilhas, superaram obstáculos, cresceram juntos em Paris durante os últimos meses que tinham à frente neste conturbado 2013. Logo saberiam que o Universo tinha outros planos para eles.

 

Pouco antes do final ano então, ele recebe a oportunidade de ir trabalhar no Brasil na Copa do Mundo. E vai.

 

Ele voa para as raízes dela. E ela fica, nas dele.

 

(Re)afirmam a união para as famílias e respectivos amigos passando as festas de natal e de ano-novo no Brasil. Mas 2014 traz uma nova realidade ao casal: a distância passa a ser protagonista da história deles. E a saudade também. 

 

O lema do “querer é poder”, ou, ainda, do “nunca desista”, foi essencial para que o ano não fosse tão duro com eles assim. Conseguiram se ver 5 vezes, entre Paris, Rio e Curitiba.

 

Mas ela sabia que o próximo ano não seria tanto quanto promissor.

 

Depois de um ano longes um do outro, ela – brasileira – em Paris, e ele – francês – no Brasil, Marcella coloca um ponto final nos km de distância e decide voltar a suas raízes. Por Amor, para ficar perto de seu amado.

 

2014 iniciara no Brasil, e terminara assim também. Marcella e Jonathan, juntos.

 

E cada vez mais, os pombinhos estavam cúmplices, viajantes, amantes. Percorreram países, desbravaram continentes, degustaram o novo. E de 2015 até o final dos Jogos Olímpicos, ficaram na ponte aérea - ele residindo no Rio e ela em Curitiba, cultivando o retorno à casa.

 

Em Novembro de 2016, partem a Nova Iorque. Ficam noivos. Coisa de cinema. O pedido aconteceu no Brooklyn, ao som acústico de Tempo Perdido (música do casal), e com vista da ilha de Manhatann, só de brinde.

 

TAMORNIEWICZ.

 

 

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Quand l’univers conspire, l’amour traverse les océans. Ce fut ainsi pour nous.

 

Marcella Romaniewicz, de Curitiba.

Jonathan Tamalet, de Paris.

 

Tout commence en 2010, Marcella et Jonathan ont 20 ans…

 

Marcella a toujours aimé la culture française. Alors qu’elle suit avec appétit les cours de l’Alliance Française à Curitiba, elle programme un voyage cet été-là au Canada pour mettre en pratique son apprentissage. Elle s’imagine déjà, dans un futur proche, faire son Master à Paris.

 

Pendant ce temps-là, Jonathan, est passionné par le Brésil depuis enfant et un voyage en famille à Rio. A ses 20ans, son école de commerce lui donne la possibilité de faire un premier stage à l’étranger. Il pense immédiatement au Brésil. 

 

C’est en avril 2010 que leurs chemins se croisent pour la première alors que Marcella vient passer des vacances en famille à Paris.

 

Marcelo, le père de Marcella, est contacté par Glaucia, une ancienne collègue, qui venait de s’installer à Paris pour se marier avec Jeff, le meilleur ami de Laurent, le père de Jonathan.

Glaucia évoque avec Marcelo l’opportunité d’accueillir le jeune français en stage dans son agence de publicité, Master, voyant cela comme un échange culturel contribuant au projet de Marcella d’étudier un jour en France.

 

Marcelo donne son accord. Il accepte de rencontrer le futur stagiaire-gringo lors des vacances familiales prévues cette année-là à Paris (comme par hasard)… Le rendez-vous est programmé un après-midi de printemps aux Galeries Lafayette.

Entouré de Marcelo, Simone, Demetrio et Glaucia, Jonathan et Marcella se rencontrent pour la première fois et échangent quelques mots. Ils se connectent sur les réseaux sociaux et se promettent de rester en contact jusqu’à la venue programmée de Jonathan en août à Curitiba. Il sera employé par Master et logé dans la maison Romaniewicz.

 

Revenue de son voyage à Montréal au Canada, Marcella accueille Jonathan à l’aéroport de Curitiba. Le coup de foudre amical est immédiat. Marcella parle déjà un français adorable. Au fil des semaines suivantes passées ensemble à Curitiba, ils deviennent naturellement amis, complices, confidents, jusqu’à se surnommer cousins ! Puis, la fin de l’été arrive (ou plutôt la fin de l’hiver au Brésil), Jonathan rentre à Paris/Reims et Marcella connaît une promotion chez Kraft qui l’envoie à São Paulo.

 

Neuf mois plus tard, Marcella apprend qu’elle est prise en Master à Paris, au Celsa – la Sorbonne !

 

En juillet 2011, c’est Marcella qui vient vivre à Paris. Jonathan est là pour l’accueillir en famille dans l’appartement familial comme elle l’avait fait un an auparavant. Marcella et Jonathan sont inséparables dès le début de leur aventure parisienne. Il la présente à tous ses amis et facilite son adaptation dans la Ville lumière.

L’échange est réciproque autour de leur axe France-Brésil définitivement ouvert dans les deux sens. Leurs mondes sont synchronisés. Au-delà des familles présentes dès le début, les amis de l’un se révèlent les amis de l’autre, et vice-versa.

Les points communs se développent : mêmes études, métiers comparables, gout prononcé pour la musique et les bonnes ambiances. Chacun apprécie la culture, les traditions et les valeurs de l’autre, jusqu’à se les approprier. Ils partagent finalement les mêmes passions, rêves et ambitions.

 

Il aime d’ou elle vient, ses racines. Il sait où elle va.

Elle est venue vivre dans sa ville avec le désir de voler de ses propres ailes.

 

Alors qu’ils se voient tous les jours, leur envie d’être ensemble ne cesse de grandir.

 

Et en juillet 2012, ils décident de se mettre en couple.

 

Marcella et Jonathan doivent alors assumer leur relation devant ceux qui ne l’avaient pas deviné, qui croyaient qu’ils resteraient seulement des amis.  Il fallait casser le paradigme. Rapidement, ils prouvèrent la force de leur choix.

Quelques mois plus tard, sur les toits d’Istanbul, ils disent s’aimer pour la première fois.

 

Puis l’hiver parisien arrive. Ils terminent leur Master, écrivent leur thèse, commencent des nouveaux jobs. 2013 est une année perturbée mais chacun surmonte ses propres doutes et ensemble ils vivent des moments intenses qui les font avancer en attendant que le Destin leur prépare un nouveau plan…

 

Jonathan reçoit l’opportunité de travailler au Brésil sur la prochaine Coupe du Monde. Il y va.

Il vole vers la terre de Marcella alors qu’elle reste en France. 

 

Ils (ré)affirment leur union à la famille et aux amis en concluant 2013 par un épique réveillon au Brésil, à Florianopolis. Cependant, l’année 2014 sera marquée par un dangereux protagoniste, la distance, et son complice, « la saudade » (la mélancolie). Ils savent que leurs sentiments sont de nature à les affronter et que leur volonté d’être ensemble créera leur prochaine réalité. En cette année de Coupe du Monde, ils parviennent à se voir 5 fois entre Paris, Rio et Curitiba.

 

A la fin de l’année, la brésilienne à Paris revient au pays pour retrouver son français au Brésil. Elle revient aux racines, par amour.

 

C’est ainsi que 2014 se termine, Marcella et Jonathan ensemble au Brésil.

 

Depuis, les amoureux sont toujours plus fusionnels, partenaires et voyageurs. Ils ont parcouru ensemble de nombreux pays, exploré des nouvelles routes, vécu des instants magiques sur différents continents. De 2015 jusqu’aux Jeux Olympiques de Rio 2016, les oiseaux ont monté leur pont aérien entre Rio et Curitiba, car avec eux la route de l’amour passe toujours par quelques escales…

 

Enfin, en novembre 2016, ils partent ensemble à New-York. Jonathan demande Marcella en mariage. Par surprise au pied du pont de Brooklyn, comme dans un film. Elle accepte.

 

Il était écrit que leur histoire d’amour serait un magnifique voyage sans fin, chacun volant sur les racines de l’autre.

 

TAMORNIEWICZ